Missão de Acompanhamento Eleitoral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) estará presente em 11 estados venezuelanos

 

Missão eleitoral da Unasul será implantada em 11 estados venezuelanos Um conjunto de 40 especialistas da Missão de Acompanhamento Eleitoral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) estará presente em 11 estados venezuelanos durante as eleições parlamentares, anunciou o coordenador-geral da referida organiza- ção internacional, José Luis Exeni . “Essa será a missão mais importante da Venezuela até o momento”. A delegação visitará o Distrito Capital e os estados de Miranda, Aragua, Carabobo, Vargas, Lara, Bolívar, Monagas, bem como os fronteiriços Táchira e Zulia, “para ter uma visão geral do processo em diferentes territórios”. O acompanhamento eleitoral -de acordo com o Regulamento Geral do Processo da Lei Orgânica de Processos Eleitorais – tem o propósito de presenciar de maneira imparcial e independente a transparência dos processos eleitorais na Venezuela, com respeito à soberania, autodeterminação dos povos e à não ingerência. A realização de informes técnicos e recomendações são tarefas inerentes ao acompanhamento internacional. Exeni ratificou o compromisso da missão de “fazer um relatório tecnicamente impecável”, no qual traduzirão suas observações acerca das diferentes fases do processo eleitoral, incluindo as diferentes auditorias ao sistema automatizado, o treinamento de mesários e a campanha eleitoral. Durante esse tempo eles conversaram com os técnicos das diferentes organizações políticas, “que tem muita confiança e muita certeza sobre a automatização do processo da Venezuela, que tem sido aperfeiçoado, consolidado e auditado em diferentes momentos”. Exeni, que é porta-voz do Supremo Tribunal Eleitoral boliviano, também destacou a necessidade de que os partidos respeitem os resultados. “Mantemos o nosso princípio de que todos nós devemos fazer o nosso melhor para ir a esta eleição de maneira pacífica, garantindo que os cidadãos possam expressar livremente o seu voto, que a divulgação dos resultados também seja tranquila e todos aceitem os resultados”, disse. Acrescentou: “a democracia venezuelana será a única responsá- vel pela maneira soberana de mostrar sua consistência no domingo e é o povo que irá mostrar, esperamos da comunidade internacional sua profunda vocação democrática”.( Fonte: AVN)

Educação Especial em Cuba: uma bela obra, que o bloqueio não conseguiu afastar do coração

Por: Otilia Raisa Martin Wolf 

A educação especial tem sido  afetada pelo bloqueio que mais de 50 anos, o governo dos Estados Unidos mantém contra Cuba. Esta política tem causado enormes prejuízos materiais para Cuba, alem dos esforços do governo cubano para continuar a tarefa nobre, é uma obra de amor infinito.Um exemplo disso é a escola especial 14 de junho Guantanamo.

“O desafio cardeal desta escola especial, é reabilitar os alunos com necessidades educativas especiais e, em seguida, incorporá-las na sociedade.” Então Dagmaris Bosch diz Soler, Doutor em Ciências Pedagógicas e desde a sua fundação, diretor do centro de estudo onde 175 crianças com necessidades educativas especiais, incluindo dois cegos, baixa visão 34, 99 estrabismo e ambliopia, 3 surdos-cegos e surdos 37 e com dificuldade de audição de toda a província oriental, incluindo as áreas das montanhas.

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Cuba hoje: uma complexa e singular experiência; “Ser cultos é o único modo de sermos livres”: José Martí

Por Silvana Suaiden*

“Ser cultos é o único modo de sermos livres”, José Martí. A frase citada por esta grande figura da história de Cuba – talvez, o maior inspirador de sua história revolucionária – revela muito bem a estreita correlação entre a educação e o processo revolucionário que teve, em José Marti, seu mais consistente e genuíno referencial.

“O lado de Cuba que conheci, no entanto, me deu muita esperança de que os cubanos seguirão resistindo e sendo um povo soberano e solidário. O que se construiu humanamente será difícil destruir”.
O presente artigo é fruto de minha participação no curso de Pós-Graduação em Pedagogia Participativa Cubana, realizado na Escuela Superior Ñico Lopes em Havana, de 01 a 10 de julho de 2015. Oportunizado pelo CES (Centro Nacional de Estudos Sindicais e do Trabalho), o curso contou com o apoio das centrais sindicais dos dois países: a CTC (Central dos Trabalhadores de Cuba) e a CTB (Central dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil).

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Apenas EUA e Israel votam contra fim do bloqueio a Cuba

Aconteceu nesta terça-feira (27) uma nova Assembleia Geral da ONU para debater o fim do bloqueio dos Estados Unidos a Cuba que já dura mais de 50 anos. Pela primeira vez 191 países votaram a favor da causa da ilha, apenas Israel e o país responsável pela ingerência foram contra, não houve abstenções.

Pela primeira vez todos os países membros da ONU, com exceção dos EUA e Israel, votaram pelo fim do bloqueio da ilhaPela primeira vez todos os países membros da ONU, com exceção dos EUA e Israel, votaram pelo fim do bloqueio da ilha

Esta foi a 24ª votação consecutiva que a maioria dos países se pronunciou favorável ao projeto intitulado Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba.

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Bloqueio não diminuiu a espiritualidade cubana

O bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba, embora signifique dificuldades materiais, não diminuiu a espiritualidade do país, pelo contrário, é um fator de resistência, afirmou Frei Betto.

Em declarações à imprensa após sua participação no simpósio internacional “A Revolução Cubana: Origem e desenvolvimento histórico” que se encerra nesta capital, Frei Betto destacou que o Congresso dos Estados Unidos perdeu a oportunidade de oferecer o maior presente que poderia ter feito ao receber a visita do Papa Francisco pela primeira vez na história: a suspensão do bloqueio econômico, financeiro e comercial.

Betto recordou que o presidente Barack Obama declarou em 17 de dezembro de 2014 que esta política contra Cuba foi um fracasso. Continuar lendo