Missão da Unasul acompanha eleições na Venezuela

A missão de acompanhamento eleitoral da União de Nações Sul Americanas (Unasul) observou de perto, desde as primeiras horas deste domingo (6), no oeste de Caracas, a votação das eleições legislativas venezuelanas.

Foto: Ariana Cubillos / AP

Cidadãos aguardam na fila para entrar em zona eleitoral nas eleições municipais da Venezuela, em 2013.Cidadãos aguardam na fila para entrar em zona eleitoral nas eleições municipais da Venezuela, em 2013.

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Declaração de apoio ao governo bolivariano e ao povo da Venezuela

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Frente as eleições legislativas no 6 de dezembro, declaramos plena solidariedade ao governo bolivariano da Venezuela, aos militantes e dirigentes do Grande Polo Patriótico e do PSUV, ao Comandos Bolívar Chávez, ao povo venezuelano, pelo supremo esforço na continuidade deste processo revolucionário que, desde 1998, passou a ser a luz e a força propulsora central dos novos rumos de soberania e integração socialista dos povos da América Latina.

 

A revolução venezuelana tem sido vítima de constantes ataques internos violentos da oposição, ações contrarrevolucionárias, assassinatos de dirigentes e militantes sociais, sabotagens econômicas e, sobretudo neste período prévio a eleições decisivas como a de 6D, de uma guerra midiática internacional carregada de falsidades promovendo a insegurança quanto ao futuro, não obstante a enorme quantidade de conquistas econômicas de inclusão social, e de participação popular promovidas pela revolução bolivariana. A sabotagem econômica interna, aliada às manobras do imperialismo e à crise capitalista que derrubaram o preço do petróleo a níveis incrivelmente baixos, produz dificuldades quase insuportáveis para as massas, criando obstáculos para o crescimento econômico e o bem-estar.

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#Venezuela #6D Por que não foi publicado nos meios de comunicação internacionais?

 

A oposição venezuelana participa diretamente e endossou sem objeções as 19 auditorias realizadas até agora no sistema eleitoral tendo em vista as eleições parlamentares no domingo 6 de dezembro. Seus técnicos, especialistas com credenciais inquestionáveis e selecionados pelos próprios partidos da oposição, estão credenciados também para as quatro auditorias restantes, do total de 23 que o Poder Eleitoral estabeleceu para este processo na Venezuela. Esta notícia não foi publicado nos meios de comunicação internacionais.

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Em nota, MST repudia tentativa de golpe contra a presidente Dilma

Em nota, MST repudia tentativa de golpe contra a presidente Dilma

O Movimento repudia o comportamento do deputado Eduardo Cunha e afirma que o mesmo não tem legitimidade moral, ética ou política de propor o impedimento da presidência da república.

 

Da Página do MST
No último período, o país tem vivenciado uma crescente onda conservadora no Congresso Nacional que na figura do deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), então presidente da Câmara dos Deputados, tem orquestrado uma série de ações que promovem a retirada de direitos da classe trabalhadora, cuja ofensiva se desembocou na autorização da abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira (02).
Posto isso, o Movimento notadamente lança sua posição oficial diante da atual crise política e reafirma seu compromisso de lutar em defesa da democracia e do respeito ao voto.
“Repudiamos o comportamento do deputado Eduardo Cunha e afirmamos que ele é reflexo da aliança explícita entre a mídia empresarial, liderada pela Rede Globo, seguida por partidos políticos, tendo o PSDB como expoente. E que não tem legitimidade moral, ética ou política de propor o impedimento da presidência da república”, afirma em trecho da nota.
Como principal articulador da tentativa de golpe que coloca em xeque um processo eleitoral democrático deste país, o MST reafirma a luta pelo Fora Cunha! E convoca à todos e todas para se somarem.
“Convocamos toda a militância e toda a classe trabalhadora para lutar pela cassação do mandato e prisão de Eduardo Cunha. Entendendo que somente com as reformas estruturais podemos colocar Brasil em um novo patamar de democracia e justiça social.”

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Missão de Acompanhamento Eleitoral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) estará presente em 11 estados venezuelanos

 

Missão eleitoral da Unasul será implantada em 11 estados venezuelanos Um conjunto de 40 especialistas da Missão de Acompanhamento Eleitoral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) estará presente em 11 estados venezuelanos durante as eleições parlamentares, anunciou o coordenador-geral da referida organiza- ção internacional, José Luis Exeni . “Essa será a missão mais importante da Venezuela até o momento”. A delegação visitará o Distrito Capital e os estados de Miranda, Aragua, Carabobo, Vargas, Lara, Bolívar, Monagas, bem como os fronteiriços Táchira e Zulia, “para ter uma visão geral do processo em diferentes territórios”. O acompanhamento eleitoral -de acordo com o Regulamento Geral do Processo da Lei Orgânica de Processos Eleitorais – tem o propósito de presenciar de maneira imparcial e independente a transparência dos processos eleitorais na Venezuela, com respeito à soberania, autodeterminação dos povos e à não ingerência. A realização de informes técnicos e recomendações são tarefas inerentes ao acompanhamento internacional. Exeni ratificou o compromisso da missão de “fazer um relatório tecnicamente impecável”, no qual traduzirão suas observações acerca das diferentes fases do processo eleitoral, incluindo as diferentes auditorias ao sistema automatizado, o treinamento de mesários e a campanha eleitoral. Durante esse tempo eles conversaram com os técnicos das diferentes organizações políticas, “que tem muita confiança e muita certeza sobre a automatização do processo da Venezuela, que tem sido aperfeiçoado, consolidado e auditado em diferentes momentos”. Exeni, que é porta-voz do Supremo Tribunal Eleitoral boliviano, também destacou a necessidade de que os partidos respeitem os resultados. “Mantemos o nosso princípio de que todos nós devemos fazer o nosso melhor para ir a esta eleição de maneira pacífica, garantindo que os cidadãos possam expressar livremente o seu voto, que a divulgação dos resultados também seja tranquila e todos aceitem os resultados”, disse. Acrescentou: “a democracia venezuelana será a única responsá- vel pela maneira soberana de mostrar sua consistência no domingo e é o povo que irá mostrar, esperamos da comunidade internacional sua profunda vocação democrática”.( Fonte: AVN)