O povo que marchou com #Fidel no #1odeMaio em Cuba

1º de maio de 2017 em Cuba / Foto: Gramna

Por Yuniel Labacena Romero

A festa operária foi toda um sucesso. Milhares de cubanos se aprontaram desde muito cedo para tomar as ruas em uma outra mostra gigante de apoio a uma Revolução, que continua a nascer do suor, da confiança e do sacrifício de seus melhores filhos. Cada local foi um formigueiro de amor e justiça, de disciplina e combatividade, de energia e entusiasmo e, claro, de uma alegria infinita.

Muitos sabem – e outros tentam ignorá-lo – que no nosso caso não é sobre protestos contra demissões em massa, ou manifestações para exigir direitos trabalhistas e menos ainda exigimos igualdade de tratamento em relação ao sexo, origem étnica e condições de trabalho seguras. Aqui, a realidade é diferente, e todos marchamos por uma Cuba que conseguiu ganhar a sua liberdade e seu futuro socialista, próspero e sustentável.

Ninguém queria ficar em casa em tal ocasião, em que damos outra lição formidável de unidade, firmeza e confiança em nossa força e no futuro. Assim, os cubanos e cubanas, e milhares de amigos chegaram de outras latitudes e fomos para as principais praças da nação para celebrar o Dia Internacional dos Trabalhadores, e mais ainda para seguir acompanhando ao nosso Fidel, esse gigante da humanidade que se converteu em rocha eterna.

Acaso ele poderia estar ausente neste Primeiro de Maio? Apenas um exemplo remove essa dúvida: nessa mesma Praça da Revolução José Martí, em Havana – onde sua luz nos guia – o eterno jovem rebelde de todos os tempos deu uma definição que se tornou a bússola de um povo. Foi também em um Primeiro de Maio, mas em 2000, quando lançou seu conceito de Revolução, esse que milhões de cubanos e cubanas depois de sua partida para a imortalidade juramos cumprir até o fim.

Eram tempos de uma luta longa e simbólica que poderia resgatar o pequeno Elián González Brotons, que foi seqüestrado nos Estados Unidos. Fidel resumiu, em essência, o passado, história presente e sobretudo o futuro da nação. Em seguida, ele expressou sua tese central de Revolução, o resultado de uma longa experiência de combatente e síntese perfeita de mais de dois séculos de luta do povo. Apenas um homem da sua estatura, que desde a sua juventude acolheu, incentivou e consolidou os princípios revolucionários poderia fazê-lo.

Esses preceitos estabelecidos nesta definição, há 17 anos, tem guiado os cubanos desde então e permitem exibir ao mundo os resultados de um país que está mudando “tudo o que deve ser mudado.” Que levou para os locais mais remotos do país, a saúde, educação, cultura, amor … no meio do desafio de “poderosas forças dominantes dentro e fora do âmbito social e nacional”.

Como não estará Fidel quando o tema central desta comemoração diz que: “A nossa fortaleza é a unidade”? Ele foi o líder desta Revolução, como o melhor discípulo de José Martí, que nos ensinou que a unidade é tão crucial que sem ela não é possível avançar um único passo, e não por acaso esse sentimento enraizado sempre foi o alvo de todos os ataques de nossos inimigos.

Ninguém pode esquecer que a maioria das pessoas unidas é o que tem mantido a Revolução. Fidel sempre alertou sobre isso: “As divisões nos derrotaram mais de uma vez na história, exceto na fase final da nossa Revolução. Então, a história nos ensinou outra lição: a necessidade de estar unidos acima de tudo; e foi a estreita unidade das forças revolucionárias e de nosso povo que lhes deram, de Moncada e, acima de tudo, desde o primeiro de janeiro de 1959, a força invencível que caracteriza a nossa revolução.”

Há mais um exemplo: essa modéstia, desinteresse, altruísmo, heroísmo e solidariedade que o líder da Revolução nos ensinou e que não podemos abandonar jamais, segue presente em todos, especialmente agora que o povo irmão e Governo Bolivariano estão ameaçados pela ingerência norteamericana e continua como milhares de nações no mundo em sua luta pela soberania e auto-determinação.

Trabalhadores, intelectuais, camponeses, homens e mulheres criadores de riquezas, tomaram as praças para reiterar que o pensamento revolucionário do fundador da Revolução Cubana está em seus corações. Dizer povo cubano é dizer unidade, Fidel, Raul, Socialismo … Se trata desse povo que não abandona jamais nenhum de seus filhos, se aperta e de mãos dadas se torna um escudo de combate. E é esse mesmo povo que marchou com Fidel.

Anúncios

Deje su comentario - Deixe seu comentário - Leave your comment

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s