Cuba fixou posições para debate na Cúpula das Américas

8 de abril de 2015 – 8h01

Cuba fixou nesta terça-feira (7) sua posição perante os intentos de apresentar na 7ª Cúpula das Américas personagens contrarrevolucionários financiados pelos Estados Unidos como membros da sociedade civil da ilha caribenha.

Trata-se de indivíduos que integram uma exígua “oposição fabricada desde o exterior” e que não têm nenhuma legitimidade e decoro, explicaram os representantes de Cuba nos distintos foros paralelos ao encontro presidencial.

Em uma declaração apresentada em uma coletiva de imprensa, os delegados de Cuba denunciaram a presença de mercenários pagos pelos inimigos históricos da Revolução Cubana nas reuniões do Panamá.

O texto ratifica que essas pessoas se vinculam publicamente a reconhecidos terroristas que causaram infinita dor ao povo cubano.

A respeito, nesta terça se distribuiu uma publicação intitulada “Mercenários no Panamá que mostra fotografias de vários desses elementos junto ao terrorista Luís Posada Carriles, autor da explosão de um avião da Cubana de Aviação em 1976, e outros contrarrevolucionários radicados em Miami.

A delegação de ativistas, jovens, intelectuais, camponeses, cooperativistas, empresários, cientistas e acadêmicos, entre outros setores de Cuba, qualificou de ofensa a participação nos foros de pessoas que fizeram da traição à Pátria um ofício bem remunerado e usurpam de maneira vergonhosa o nome do país que caluniam e ofendem dia a dia.

Os representantes de Cuba estarão presentes nos quatro encontros programados e dedicados aos campos empresarial, acadêmico (reitores universitários), juvenil e da chamada sociedade civil, os quais apresentarão suas conclusões perante os governantes.

Todos assistirão depois a Cúpula dos Povos convocada pelos movimentos sociais e que se realizará de maneira paralela à Cúpula presidencial.

Uma das fotografias exibidas no tabloide distribuído no Panamá mostra o senador norte-americano Robert Menendez, acusado por 14 crimes de corrupção, com uma conotada contrarrevolucionária e outras imagens que confirmam os vínculos desses elementos com altas esferas da administração norte-americana.

Também aparece uma “galeria de farsantes” com fotos de diversos indivíduos residentes em Cuba e que realizam ações contra o governo, assim como um artigo sobre “a rota do dinheiro” que desde entidades oficiais norte-mericanas alimentam os contrarrevolucionários.

Entre estas últimas é mencionada a Fundação Nacional para a Democracia e a chamada agência de ajuda para o desenvolvimento.

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