Fiesp: EUA-Cuba é ‘grande possibilidade’ para o Brasil

“Com o fim do embargo norte-americano, o aumento do PIB per capita cubano poderá duplicar nos próximos dez anos”, afirma o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf; em nota, as entidades dizem apoiar o restabelecimento das relações diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba e defendem que este é o momento de o Brasil intensificar sua política, uma vez que novos investimentos “certamente irão estimular a exportação de bens e serviços brasileiros para Cuba e toda a América Latina”; financiado pelo BNDES, Porto de Mariel, próximo à capital Havana, passa a ser estratégico para o Brasil

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) estimam que o PIB per capita cubano pode duplicar em dez anos com o restabelecimento das relações diplomáticas da ilha com o governo dos Estados Unidos, conforme anunciado nesta quarta-feira 17.

Em comunicado, as entidades afirmam apoiar o reatamento entre os dois países. “Com o fim do embargo norte-americano, o aumento do PIB per capita cubano poderá duplicar nos próximos dez anos”, afirma o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf. Além do avanço econômico do país governado por Raúl Castro, a reaproximação com os norte-americanos permitirá ainda “o incremento do fluxo comercial do país com seus principais parceiros. O Brasil, entre eles”, segundo a nota das entidades.

Para o diretor do departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Thomaz Zanotto, “agora é a hora de o Brasil intensificar essa política ainda mais, uma vez que esses investimentos, certamente, irão estimular a exportação de bens e serviços brasileiros para Cuba e toda a América Latina”. Nesse contexto, o Porto de Mariel, financiado pelo BNDES, passa a ser estratégico no comércio do Brasil com os EUA (leia mais).

Segundo a Fiesp e a Ciesp, como a ilha caribenha “já possui bons indicadores nas áreas de saúde e educação, os futuros investimentos poderão ser concentrados em outros setores da economia, abrindo uma grande possibilidade para os produtos brasileiros”. As entidades destacam que, em 2013, “o Brasil teve um superávit comercial de US$ 431 milhões com Cuba. Os principais produtos exportados foram alimentos e máquinas. A corrente de comércio bilateral somou US$ 624 milhões”.

Fonte: BRASIL 247

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