Desafios para Dilma

Desafios para Dilma

07 de outubro

Postado por aucalatinoamericano

Escrito por Atilio Boron / Argentina

Desafios para Dilma

Estágio no Brasil é complicado por vários motivos que vamos explicar brevemente.

Primeiro, porque Dilma teve a pior votação no primeiro turno desde o triunfo presidencial PT em 2002 No primeiro turno daquele ano Lula ganhou 45,4% dos votos e 48,6% em 2006 Em 2010, Dilma coletadas -favorecida pelo alto nível de aprovação de Lula 46,8% do voto popular.  No domingo, no entanto, quase não pegou 41,5%.  O salto para alcançar a maioria absoluta é agora mais tempo, e para ser visto onde os votos virão que ele precisa.  É provável que alguns daqueles que votaram em Marina encontrar canal intolerável suas preferências em relação Aécio Neves, mas nesta área por enquanto só há conjecturas.  Entre Dilma, Marina e Aécio representam 96% dos votos, de modo que não há grande contingente de eleitores que podem ser redistribuídos entre os dois finalistas, além eleitores Marinha ou qualquer queda no número de eleitores, que atingiu 19,4%.  É possível que uma intensa campanha do PT e Lula renovada proeminência para fazer essa relação para baixo alguns pontos, mas não há dúvida de que isso vai acontecer com certeza.

Dois, também é complicado, porque ele não é mais um candidato mídia volúveis e efêmeras estrelas, mas um representante orgânico do establishment conservador brasileiro.  Membro do PSDB, o partido do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Aécio foi um crítico ardoroso do governo petista, acusando-os de ter afugentado o investimento estrangeiro e criou um ambiente de negócios desfavorável, essas alegações sem controle sobre realidade.  Antichavista com raiva, ainda mais do que Marina, Neves está entre aqueles que acreditam que o Brasil tem pouco ou nada a fazer na América Latina.  Seu destino está associado aos projetos imperiais dos Estados Unidos e de seus cúmplices europeus.  Como em muitos direita latino-americana não perceber o que as melhores mentes do império têm alertado há algum tempo: que os Estados Unidos começou um declínio lento, mas progressivo e irreversível e agonia será marcado por convulsões violentas e inúmeras guerras.  Nesta curva descendente não serão amigos permanentes, como Aécio pretende tornar o Brasil nos Estados Unidos, mas interesses permanentes.  E de Washington amigos ontem: Saddam Hussein, Osama bin Laden ou os fanáticos sunitas ajudar a criar com teocracias do Golfo retrógradas, Israel e alguns companheiros europeus podem tornar-se durante a noite, como acontece hoje com o Estado nas infames islâmicos-inimigos da liberdade e da democracia.  Aécio não sabe, mas o Brasil não é uma exceção nesta matéria.  Para algo é o país sul-americano cercado por bases militares norte-americanas.  Só uma mente muito nublado é incapaz de extrair as conclusões sinistras sobre o que isso significa para o futuro da “amizade” com os Estados Unidos.

Três, a prevalecer Dilma deve recuperar parte da base social do PT, desiludidos com o governo expressou desapontamento votando Marina.  Para fazer isso você deve mostrar que seu segundo turno será diferente do primeiro, pelo menos em algumas questões sensíveis em económica e social.  Se a sua proposta se assemelha os adversários serão perdidos, porque as pessoas sempre preferem o original à cópia.  Você vai precisar para se diferenciar pelo aprofundamento das reformas para a esquerda para acabar com a desigualdade econômica e social intolerável no Brasil, à devastação do agronegócio, a predação ambiental, regressividade tributária vergonhosa seus lucros obscenos e ensacado pelo capital financeiro e dos oligopólios em os governos do PT.  Seu registro sobre estas questões durante o seu primeiro mandato tem sido casos a melhor medíocre.  Ele pode convencer o eleitorado de que, se reeleito, as coisas serão diferentes?

Em quarto e último, será necessário refazer a estrada desde 2003, desmobilizou o PT, transformando o partido socialista, uma vez vibrante dos anos oitenta e noventa, em um espectro que cresce nos recintos parlamentares e escritórios da burocracia estatal.  Como resultado, atrás de Dilma tem o enorme prestígio de Lula, mas não um jogo.  Alguém pode responder que nem o Aécio, e é verdade.  Mas isso tem de ser substituído esta lacuna: os oligopólios de mídia que cumprem a função de um partido, o “Moderno Príncipe”, que Gramsci falou.  Eles criam um clima de opinião, levantar questões ou favorável aos interesses prevalecentes entusiasmos, definir a agenda da vida pública, ligue para a ação, promover a organização e incentivar a oposição descontente com aqueles que acham que o PT e deu-lhes a sua merecia.  Estes meios são totalmente a favor de Aécio jogado, de modo que a fraqueza organizacional PSDB não se importa.  Para piorar a situação, o PT perdeu a rua ea paixão de um povo, porque desde que chegou ao governo caiu na velha armadilha da ideologia burguesa: fazer novos grupos recém-chegados ao poder, deslumbrados com suas luzes e suas tentações, esquecer que a política é uma prática que se desenvolve na dialética entre líderes e pessoas.  Ao agir dessa forma que foi enviado para o sótão de coisas inúteis, ou anacronismos históricos, e substituída pela gestão administrativa e tecnocrática dos assuntos públicos, com a sua natureza conservadora e avessa a qualquer viés de mudança.  Erro fatal na campanha presidencial anterior, quando o atual presidente foi apresentado sob o lema “Um gerente para o Brasil”, esquecendo-se que uma nação não é um negócio e que, se estes são o que exige que os gestores são líderes.  Dilma Agora você pode salvar apenas política e não suas supostas habilidades gerenciais.

Conclusão: A maioria Lula eleitoral construído com paciência extraordinária e combinação de competências não conseguiu se tornar a hegemonia política, ou seja, uma direção intelectual e moral que iria garantir a irreversibilidade do progresso significativo alcançado em algumas áreas da vida social, mas, na opinião do público, eram insuficientes.  As alterações que melhoraram a condição do povo brasileiro, mas não foram feitas sem o envolvimento das pessoas, mas por um poder filantrópica de cima desmobilizar despolitizaba e troca passividade induzida de generosidade oficial inédito.  A atividade política era um ruído que perturbado a calma requerida tecnocratas e mercados para enriquecer ainda mais os ricos.  O PT no poder não conheceu contra esta estratégia, e agora precisa re-politizar e consciência, em três semanas, um setor importante do povo brasileiro.  Esperemos que isso sucede porque Aécio vitória seria desastroso para as classes populares no Brasil e na América Latina, porque o progresso duramente conquistada liquidada no MERCOSUL, UNASUL e CELAC, e os Estados Unidos teriam, finalmente, com o cavalo perfeito para destruir de dentro do sonho da América Latina Patria Grande Troy

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